quinta-feira, 9 de abril de 2015
Decadente
Quando os motivos da firmeza se tornam no assombrar das vontades e o sentido pende da superação do que de rotineiro passou a impossibilidade tremida, que nem aos quereres se fragiliza. Que luz vais tu buscar quando te tornas na causa e corrosão das coisas pequenas que de mínimas enormes são?
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Está forte
Largueza, foge que isto está a apertar! Dá espaço senão cede e ceder sem amparo pede capacidades. Se envolve o que não desenvolve não há contrapeso que resolva a balança. O truque está lá mas se em pequeno não foi torcido agora fica dorido. O que se pede é ser animal sem pensar muito nisso, somar e seguir, um sentido sem sentido pede menos que dois que jogam com os sentidos. Pena é a redundância não frisar sentidos. Soma e segue, não penses nisso.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Are you mad?
I'm looking. Am I looking? Do you see me looking? Is it really where I'm looking at? Looking with my eyes, it's just that the mind is behind them, mind over matter, so... what am I looking at? Abstract looking. Somewhere, sometime, somenoise, somesmell, something, who knows? Enhanced reality. And then it stopped, stood still, no life in it, not a drip of labor of any kind. Found itself motionless and clueless of causes for that. Seven nation army couldn't hold me back. Senseless.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Suspirou
O olhar morreu, o foco deixou de fazer sentido, o tempo cresceu, a lucidez fugiu, o comboio inverteu a marcha, o som tornou-se fantasioso, os pulmões dilataram e as imagens passaram.
Sorriu, chorou, gritou e o suspiro passou.
Sorriu, chorou, gritou e o suspiro passou.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Introspecções em saldos
Larguem-se das hipocrisias, qual é a piada? Não têm um ou mais seres a quem iluminar os dias, um ou outro animal a quem fazer companhia?
Rabiscar papéis, sujar telas, dar cambalhotas, roubar intimidades consentidas, produzir legitimamente e o legítimo.
Sintam-se da vossa côr ao fim do dia.
Rabiscar papéis, sujar telas, dar cambalhotas, roubar intimidades consentidas, produzir legitimamente e o legítimo.
Sintam-se da vossa côr ao fim do dia.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Arfa combalida
Se mexe há vontade, se há vontade mas falha no amplo do movimento que capacita, falta nutrição, se não nutre e não desenvolve e há vontade, há pão do dia jogado ao lixo. Este não se joga à sorte se não for imperativo. A mobilidade da peça que comporta é da configuração que a vontade lhe conseguir proporcionar, mas e o resto? Porquês e quês e comos. Serão os ingénuos tão ingénuos? Ilusões que reflectem a pupila e realidades que entorpecem a ilusão. O desdobrar de um emaranhado frenesim de certezas da respiraçao que só se julga conhecer. Certezas de quem ensina uma vivência não vivida. Mas este é só mais um suspiro e esses não afectam a brisa..
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